Seja bem-vindo(a) ao blog da Pastoral da Crisma, espaço de comunicação e evangelização!

sexta-feira, 13 de maio de 2011

O Espírito Santo em Ação!


Hoje o blog da Pastoral da Crisma completa três meses no ar! É certamente pouco tempo de existência, mas já temos motivos para ficarmos muito felizes.
Até às 21:00h de hoje, nosso espaço virtual recebeu 1377 visitas, sendo acessado por pessoas de diversos países, sobretudo do Brasil, dos Estados Unidos e de Portugal. Esses dados nos dão a dimensão do quanto a Internet e as mídias, de um modo geral, podem contribuir para levar a mensagem de Cristo para mais pessoas a cada dia!
Em comunhão com o Vaticano, que incentiva o uso das mídias na disseminação da palavra de Cristo, queremos seguir firmes na caminhada espiritual e também na nossa missão evangelizadora.
Participe do nosso blog! Juntos vamos fazer desse espaço cada vez mais uma ferramenta de multiplicação do amor de Deus por nós e que a ação do Espírito Santo que nos orienta possa tornar novos vários corações ao redor do mundo!

“Eis que eu faço novas todas as coisas!”
(Ap 21,5)

quarta-feira, 11 de maio de 2011

A oração mostra sede que homem tem do infinito, afirma Papa


O homem é religioso por natureza e a oração expressa esta necessidade profunda de encontrar sentido para a existência. Esta foi a reflexão do Papa Bento XVI durante a audiência geral de hoje, realizada na Praça de São Pedro.
Nesta segunda catequese do seu recém-começado ciclo sobre a oração, o Pontífice quis aprofundar na natureza da oração, que é muito mais do que um rito ou uma fórmula.
"Vivemos em uma época na qual são evidentes os sinais de secularismo. Parece que Deus desapareceu do horizonte de muitas pessoas ou que se tornou uma realidade diante da qual se permanece indiferente", afirmou.
No entanto, ao mesmo tempo, há "muitos sinais que nos indicam um despertar do sentido religioso, uma redescoberta da importância de Deus para a vida do homem, uma exigência de espiritualidade, de superar uma visão puramente horizontal, material da vida humana".
Citando sobretudo o Catecismo da Igreja Católica, o Papa explicou que o homem "é religioso por natureza" e "sente a necessidade de encontrar uma luz para dar resposta às perguntas que têm a ver com o sentido profundo da realidade - resposta que ele não pode encontrar em si mesmo, no progresso, na ciência empírica".
"O homo religiosus não emerge somente do mundo antigo, mas atravessa toda a história da humanidade", disse. "O homem "digital", assim como o das cavernas, busca na experiência religiosa os caminhos para superar sua finitude e para assegurar sua precária aventura terrena."
O homem espera das diversas religiões "resposta para os enigmas da condição humana, os quais, hoje como ontem, profundamente preocupam seus corações", acrescentou, citando a declaração Nostra Aetate.
"O homem sabe que não pode responder por si mesmo à sua própria necessidade fundamental de entender. Ainda que seja iluso e acredite ainda que é autossuficiente, tem a experiência de que não se basta a si mesmo. Precisa abrir-se ao outro, a algo ou a alguém, que possa dar-lhe o que lhe falta; deve sair de si mesmo rumo Àquele que pode saciar a amplidão e profundidade do seu desejo", reconheceu.
"O homem carrega dentro de si uma sede do infinito, uma nostalgia da eternidade, uma busca da beleza, um desejo de amor, uma necessidade de luz e de verdade, que o empurram em direção ao Absoluto; o homem carrega dentro de si o desejo de Deus. E o homem sabe, de alguma forma, que pode dirigir-se a Deus, que pode rezar-lhe."
Esta atração do homem por Deus, explicou o Papa, é algo "que o próprio Deus colocou no homem"; "é a alma da oração, que se reveste de muitas formas e modalidades segundo a história, o tempo, o momento, a graça e, finalmente, o pecado de cada um dos que rezam".
"A história do homem conheceu, de fato, variadas formas de oração, porque ele desenvolveu diversas modalidades de abertura ao Alto e ao "mais além", tanto que podemos reconhecer a oração como uma experiência presente em toda religião e cultura."
A oração, como experiência do homem, "é uma atitude interior, antes que uma série de práticas e fórmulas; um modo de estar frente a Deus, antes que de realizar atos de culto ou pronunciar palavras".
"A oração tem seu centro e fundamenta suas raízes no mais profundo da pessoa; por isso, não é facilmente decifrável e, pelo mesmo motivo, pode estar sujeita a mal-entendidos e mistificações."
Por isso também, acrescentou, "rezar é difícil. De fato, a oração é o lugar por excelência da gratuidade, da tensão com relação ao Invisível, ao Inesperado e ao Inefável. Por isso, a experiência da oração é um desafio para todos, uma ‘graça' a ser invocada, um dom d'Aquele a quem nos dirigimos".
Uma expressão típica da oração, disse, é o gesto de colocar-se de joelhos. "É um gesto que leva em si mesmo uma radical ambivalência: de fato, posso ser obrigado a colocar-me de joelhos - condição de indigência e de escravidão - ou posso me ajoelhar espontaneamente, confessando meu limite e, portanto, minha necessidade de Outro."
"Neste olhar para o Outro, neste dirigir-se ao ‘mais além', está a essência da oração, como experiência de uma realidade que supera o sensível e o contingente."
A oração cristã, além disso, dá um passo além, pois Deus já não é um desconhecido buscado às apalpadelas, mas um Deus visível. "Somente no Deus que se revela, a busca do homem encontra sua plena realização", afirmou.
Neste sentido, a oração passa a ser "a abertura e elevação do coração a Deus, torna-se uma relação pessoal com Ele".
"À medida que Deus se revela e revela o homem a si mesmo, a oração surge como um apelo recíproco, um drama de aliança. Através das palavras e dos atos, este drama compromete o coração", concluiu.

Fonte: Zenit

CNBB: decisão do supremo sobre união entre pessoas do mesmo sexo

Segue abaixo a nota divulgada nesta quarta-feira pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, na quinta-feira passada, aprovou a união estável entre pessoas do mesmo sexo.
* * * 
Nós, Bispos do Brasil em Assembleia Geral, nos dias 4 a 13 de maio, reunidos na casa da nossa Mãe, Nossa Senhora Aparecida, dirigimo-nos a todos os fiéis e pessoas de boa vontade para reafirmar o princípio da instituição familiar e esclarecer a respeito da união estável entre pessoas do mesmo sexo. Saudamos todas as famílias do nosso País e as encorajamos a viver fiel e alegremente a sua missão. Tão grande é a importância da família, que toda a sociedade tem nela a sua base vital. Por isso é possível fazer do mundo uma grande família.
A diferença sexual é originária e não mero produto de uma opção cultural. O matrimônio natural entre o homem e a mulher bem como a família monogâmica constituem um princípio fundamental do Direito Natural. As Sagradas Escrituras, por sua vez, revelam que Deus criou o homem e a mulher à sua imagem e semelhança e os destinou a ser uma só carne (cf. Gn 1,27; 2,24). Assim, a família é o âmbito adequado para a plena realização humana, o desenvolvimento das diversas gerações e constitui o maior bem das pessoas.
As pessoas que sentem atração sexual exclusiva ou predominante pelo mesmo sexo são merecedoras de respeito e consideração. Repudiamos todo tipo de discriminação e violência que fere sua dignidade de pessoa humana (cf. Catecismo da Igreja Católica, nn. 2357-2358).
As uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo recebem agora em nosso País reconhecimento do Estado. Tais uniões não podem ser equiparadas à família, que se fundamenta no consentimento matrimonial, na complementaridade e na reciprocidade entre um homem e uma mulher, abertos à procriação e educação dos filhos. Equiparar as uniões entre pessoas do mesmo sexo à família descaracteriza a sua identidade e ameaça a estabilidade da mesma. É um fato real que a família é um recurso humano e social incomparável, além de ser também uma grande benfeitora da humanidade. Ela favorece a integração de todas as gerações, dá amparo aos doentes e idosos, socorre os desempregados e pessoas portadoras de deficiência. Portanto têm o direito de ser valorizada e protegida pelo Estado.
É atribuição do Congresso Nacional propor e votar leis, cabendo ao governo garanti-las. Preocupa-nos ver os poderes constituídos ultrapassarem os limites de sua competência, como aconteceu com a recente decisão do Supremo Tribunal Federal. Não é a primeira vez que no Brasil acontecem conflitos dessa natureza que comprometem a ética na política.
A instituição familiar corresponde ao desígnio de Deus e é tão fundamental para a pessoa que o Senhor elevou o Matrimônio à dignidade de Sacramento. Assim, motivados pelo Documento de Aparecida, propomo-nos a renovar o nosso empenho por uma Pastoral Familiar intensa e vigorosa.
Jesus Cristo Ressuscitado, fonte de Vida e Senhor da história, que nasceu, cresceu e viveu na Sagrada Família de Nazaré, pela intercessão da Virgem Maria e de São José, seu esposo, ilumine o povo brasileiro e seus governantes no compromisso pela promoção e defesa da família.

Aparecida (SP), 11 de maio de 2011

Dom Geraldo Lyrio Rocha
Presidente da CNBB

Arcebispo de Mariana – MG

Dom Luiz Soares Vieira
Vice Presidente da CNBB
Arcebispo de Manaus – AM

Dom Dimas Lara Barbosa
Secretário Geral da CNBB
Arcebispo nomeado para Campo Grande - MS


Fonte: Zenit

Papa convida jovens a redescobrir o Rosário


Bento XVI convidou hoje, durante a audiência geral na Praça de São Pedro, a se rezar mais o rosário, neste mês de maio.
Como é seu costume, após as saudações em diversos idiomas aos grupos presentes na audiência, o Papa dirigiu as últimas palavras aos jovens, enfermos e recém-casados.
Ele convidou a “intensificar a prática piedosa do Santo Rosário, especialmente neste mês de maio, dedicado à Mãe de Deus”.
O Papa convidou os jovens a “valorizar esta tradicional oração mariana, que ajuda a compreender melhor e a assimilar os momentos centrais da salvação realizada por Cristo”.
Aos enfermos, exortou que se dirijam “com confiança à Virgem Maria mediante este pio exercício, confiando a Ela todas as vossas necessidades”.
Os casados, ele chamou a “fazer da reza do Rosário em família um momento de crescimento espiritual sob o olhar da Virgem Maria”.

Fonte: Zenit

terça-feira, 10 de maio de 2011

Dom Damasceno, arcebispo de Aparecida, é eleito presidente da CNBB

O arcebispo de Aparecida (SP), cardeal Raymundo Damasceno Assis foi eleito o novo presidente da CNBB. Com 196 votos, dom Damasceno foi eleito no segundo escrutínio. O cardeal de São Paulo, dom Odilo Pedro Scherer ficou em segundo lugar, com 75 votos.
No primeiro escrutínio, dom Damasceno havia obtido 161 votos contra 91 de dom Odilo. Por não ter alcançado 2/3 dos votos (182), houve a necessidade do segundo escrutínio. Dom Damasceno foi secretário da CNBB por dois mandatos consecutivos (1995-1998; 1999-2003).
Na primeira votação, também receberam votos o arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta (14); o arcebispo de São Luís (MA), dom José Belisário da Silva; o arcebispo de Belo Horizonte (MG), dom walmor Oliveira de Azevedo; o bispo de Jundiaí (SP), dom Vicente Costa; o bispo da prelazia de São Felix (MT), dom Leonardo Steiner e o bispo de Cruz Alta (RS), dom Friederich Heimler, com um voto cada.
No segundo escrutínio, receberam votos o arcebispo do Rio, dom Orani João Tempesta (4) e o bispo de Santo André, dom Nelson Westrupp (1).
Amanhã as eleições continuam para vice-presidente e secretário. Eleitos os membros da Presidência, a Assembleia escolherá os 12 presidentes das Comissões Pastorais e o delegado da CNBB junto ao Conselho Episcopal da América Latina e Caribe (Celam)

Currículo de Dom Raymundo Damasceno Assis

Cardeal dom Raymundo Damasceno Assis é arcebispo de Aparecida (SP). Nasceu em 1937 na cidade mineira de Capela Nova (MG). Teve sua ordenação presbiteral em 1968, em Conselheiro Lafaiete (MG) e ordenação episcopal em 1986, em Brasília (DF).
Dom Raymundo estudou Filosofia no Seminário Maior de Mariana (MG) e Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma (Itália). Dom Raymundo Damasceno foi, antes do episcopado, professor no Seminário Maior e na Universidade de Brasília (UnB) de 1976 a 1986.
Foi bispo auxiliar de Brasília, vigário geral e vigário episcopal na arquidiocese de Brasília, professor do departamento de Filosofia da UnB, Secretário Geral do Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM), secretário geral da IV Conferência Geral do Episcopado Latino-americano, em Santo Domingo, Secretário Geral da CNBB por dois mandatos, Delegado ao Sínodo Especial para a África, Sínodo sobre a vida religiosa, como convidado, Delegado à Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a América por eleição da Assembleia da CNBB e confirmado pelo papa João Paulo II, membro do Pontifício Conselho para as Comunicações, membro do Departamento de Comunicação do CELAM, membro da Comissão para a Comunicação, Educação e Cultura da CNBB, Delegado do CELAM, Presidente do CELAM, membro da Pontifícia Comissão para a América Latina – CAL e sínodo para a África (2009).


Seu lema episcopal é: “In Gaudium domini” (Na Alegria do Senhor)
 Fonte: Jovens Conectados
  

sábado, 7 de maio de 2011

Arquidiocese de BH tem novo bispo auxiliar


O Papa Bento XVI nomeou no último dia 04, quarta-feira, o monsenhor Wilson Luis Angotti Filho, como novo bispo auxiliar da Arquidiocese Belo Horizonte (MG). A Ordenação Episcopal será realizada em 1º de julho de 2011, em Taquaritinga - SP, sua terra Natal.
O anúncio da nomeação foi recebido com muita alegria pelo arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, dom Walmor Oliveira de Azevedo.
Monsenhor Wilson Luis Angotti Filho, presbítero pertencente ao clero da Diocese de Jaboticabal - SP. Nascido em 5 de abril 1958, em Taquaritinga,  é assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Trajetória pastoral e acadêmica

Formado em Filosofia e Teologia, monsenhor Wilson é mestre em Teologia Dogmática pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma.
Professor de Teologia no Instituto Superior de Teologia da Arquidiocese de Brasília, assessor da CNBB, junto à Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé, desde julho de 2007. Monsenhor Wilson é  Membro do Instituto Nacional de Pastoral (INP) e do Conselho Editorial das Edições CNBB.
“Desde o momento em que, nos primeiros dias de abril, recebi a notícia de que o Santo Padre Bento XVI me nomeava como bispo auxiliar de Belo Horizonte, sinto-me muito unido a essa Igreja, situada no coração das Minas Gerais; o meu coração já começou a bater em sintonia com o de vocês, partilhando alegrias, preocupações, assim como as esperanças que os animam”, disse monsenhor  Wilson em mensagem enviada aos fiéis da arquidiocese de Belo Horizonte.

Veja a mensagem do arcebispo dom Walmor

Com alegria e agradecido ao Santo Padre Bento XVI, pela delicadeza na acolhida de meu pedido de mais um Bispo Auxiliar para as grandes tarefas missionárias e evangelizadoras de nossa amada Arquidiocese, acolhemos o Revmº padre Wilson Luís Angotti Filho, presbítero pertencente ao clero da Diocese de Jaboticabal – SP, nascido aos 05 de abril 1958, em Taquaritinga, Estado de São Paulo. Estou certo de que ele colaborará eficazmente em tudo e acolhido fraternalmente por todos.
Sua Ordenação Episcopal será em 1º de julho de 2011, 19h em Taquaritinga – SP, sua terra Natal. Oremos por ele, por seus familiares e estejamos unidos neste caminho missionário, esperançosos sempre e empenhados para mais operários para a messe que é grande.
Com grande apreço, agradecido pela comunhão, colaboração e alegria de servirmos juntos nesta amada Arquidiocese de Belo Horizonte.
Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte



quinta-feira, 5 de maio de 2011

Mês dedicado a Maria, Mãe Imaculada de Jesus e da Igreja


O mês de maio é especialmente dedicado à Maria, Mãe de Jesus e da Igreja. Exemplo de simplicidade e fidelidade  aos  ensinamentos de Cristo - caminho, verdade e vida.
Durante todo o mês de maio nossas comunidades católicas do mundo inteiro cantam a “Ladainha de Nossa Senhora”. Entre os títulos com os quais a Virgem Maria é invocada está aquele de “Mãe Imaculada”. Nesta invocação está presente a singularidade da maternidade da Maria: sua total ligação e dependência do mistério de Cristo. O já Beato João Paulo II, quando governava reinante na Cátedra de Pedro escrevera: “Só no mistério de Cristo se esclarece plenamente seu mistério (de Maria). Foi assim, de resto, que a Igreja, desde o princípio, procurou fazer sua leitura: o mistério da Encarnação permitiu-lhe entender e esclarecer cada vez melhor o mistério da Mãe do Verbo Encarnado” (Redemptoris Mater, n. 4).
O Autor Sagrado, no livro do Gênesis, havia prefigurado a ligação intrínseca entre a salvação do gênero humano e a maternidade da Imaculada, mostrando a vitória desta em contraposição à vergonhosa derrota de Eva, “mãe dos viventes”. Diz o texto sagrado em Gn 3, 15: “Ela te esmagarás à cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar”. Sendo a Virgem Maria, desde sempre, Mãe Imaculada, teologicamente, a tradução mais coerente é aquela apresentada por S. Luiz Maria G. de Montfort: “Ela (Maria e sua descendência, isto é, o Cristo total: Cabeça e membros, que constituem a única Igreja) te esmagará a cabeça, e tu armarás ciladas ao seu calcanhar” (Tratado da Verdadeira Devoção, n. 51). Note-se bem: uma coisa é ferir o calcanhar, outra, bem diferente, é “armar ciladas”.
S. Luiz de Montfort – que não era um piedoso ingênuo, como alguns pensam, mas um teólogo muito bem preparado – sabia que a Mãe de Deus jamais poderia ser ferida com qualquer mancha ou gota do veneno da Antiga serpente. O demônio pode até lançar sua fumaça maldita no Santuário de Deus, como vez por outra vemos acontecer, mas a Mãe Imaculada é intacta e, por causa de Cristo e da sua íntima união com ele, Satanás não ousou aproximar-se para tentá-la. Se o próprio Cristo foi tentado deve-se ao fato de ser necessário redimir o homem em todas as suas debilidades. Como dizem os Santos Padres “foi tentado para nos ensinar a vencer as tentações”. Mas Maria foi “salva” por privilégio e graça singular não podendo passar pelas tentações, uma vez que o Pai a preservou desde o exato momento de sua concepção. Aquilo que os Santos, remidos pelo sangue do Cordeiro, recebem na Glória, Maria recebeu desde a sua geração: a impossibilidade do contágio do mal.
Esta é a Mãe do Redentor, esta é a Mãe da humanidade. Em tempos difíceis para a Igreja, o modelo e a intercessão da Mãe Imaculada devem ser uma constante em nossa vida. Depois de Jesus, só ela pode nos ensinar o caminho certo, seguro e decidido para esmagar a cabeça de Satã seja qual for a sua veste nestes dias. O filme “o Ritual” mostra que ele não está parado, e a história da Igreja comprova suas infernais investidas. Mãe Imaculada, Rogai por nós!


Especialmente na comunidade Matriz, na missa das 19:00h do Domingo, tem havido a Coroação de Nossa Senhora. Prestigie e acompanhe a crianças nesse gesto de devoção e homenagem à pureza de nossa Mãe querida!
A paz e o bem!